Rituais de Vida Saudável

Rituais de Vida Saudável
Ritual de vida saudável : - Pouca cama,variado prato e muito...muito sapato!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O Torneio de Ginástica (Solo) de São Bruno


            Torneio de Ginástica - Solo

                                     28 de Janeiro de 2011









O Grupo de Educação Física agradece a colaboração da Ana Rita Carvalho e Isadora Lira, do 6ºB

Cartazes de sensibilização do PROGRAMA PESSOA

Escala de Percepção de esforço


Metabolismo de repouso e dispêndio de energia



Na escolha está o sentido da vida


O nosso corpo necessita de energia. Onde ir buscá-la?







Crescimento na pré -adolescência e adolescência

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Exercício fisico na idade adulta



Actualmente, a hipertensão arterial é um dos principais problemas de saúde pública, contribuindo significativamente para o aumento da mortalidade da população em geral. De acordo com a V Directrizes de Hipertensão, no Brasil, em 2003, 27,4% dos óbitos foram decorrentes de doenças cardiovasculares, atingindo 37% quando são excluídos os óbitos por causas mal definidas e a violência.



Com o crescimento das cidades, surge a industrialização e consequentemente a hipertensão apresenta-se em altas proporções por toda essa sociedade industrializada. Com isso, existe um aumento significativo do risco para o desenvolvimento de inúmeras doenças e problemas cardiovasculares e respiratórios. O aumento da pressão arterial em populações de idades mais avançadas está geralmente associado com o desenvolvimento da aterosclerose.


A principal importância acerca da hipertensão não consiste na doença no sentido usual, mas no fato de ser o factor isolado mais valioso que habilita o profissional da área de saúde a fazer prognóstico sobre o futuro risco de comprometimento vascular, o qual pode ser evitado pelo controle e abaixamento da pressão arterial (GUYTON, 1978).


Segundo Heyward (2004), a pressão arterial (PA) é a medida da força ou pressão exercida pelo sangue nas artérias. A mais alta reflecte a pressão nas artérias durante a sístole do coração, quando a contracção do miocárdio força grande volume de sangue no interior das artérias, a pressão cai na diástole, ou fase de enchimento do coração. Para a Organização Mundial de Saúde (1998) os valores admitidos são: 120x80mmHg, em que a pressão arterial é considerada ótima e 130x85mmHg sendo considerada limítrofe. A pressão arterial diastólica é mais baixa na artéria durante o ciclo cardíaco. Dessa forma, a pressão arterial mantém o sangue circulando no organismo e tem início com o batimento do coração, e a cada vez que bate, o coração joga o sangue pelos vasos sanguíneos, onde as paredes dessas artérias são elásticas o que proporcionam as artérias a possibilidade de se esticarem e relaxarem a fim de manter o sangue circulando por todas as partes do organismo.


Valores pressóricos superiores a 140x90mmHg denotam Hipertensão. Conforme a IV Directrizes Brasileira de Hipertensão Arterial da Sociedade Brasileira de Cardiologia, compreende-se em estágios: 1 leve - 140x90mmHg e 159x99mmHg, 2 moderada - 160x100mmHg e 179x109mmHg e 3 grave - acima de 180x110mmHg. Mas sabemos que qualquer indivíduo pode apresentar pressão arterial acima de 140x90mmHg sem que seja considerado hipertenso. E isso justamente por sabermos que a pressão pode ser elevada por diversos factores. Apenas a constante frequência de níveis permanentemente elevados, em múltiplas medições, em diferentes horários e posições e condições (repouso, sentado ou deitado) caracteriza a hipertensão arterial.


Efeitos do exercício físico na hipertensão arterial


A hipertensão é considerada uma doença multifatorial, associada às alterações metabólicas, hormonais e fenômenos hipertróficos. Podendo ela ser idiopática ou essencial (quando a sua origem é desconhecida) resultando de diversos factores, onde segundo Pitanga (1998) podem ser factores genéticos, níveis elevados de sal na dieta, obesidade, sedentarismo e estresse emocional. Pode-se afirmar que 90% dos portadores de hipertensão arterial apresentam “hipertensão essencial” (POLLOCK, 1986). A hipertensão pode ser bastante prejudicial no funcionamento orgânico devido a dois efeitos primários: sobrecarga de trabalho ao coração e danos as próprias artérias pelo excesso de pressão (PITANGA, 1998).


Estudos realizados nas últimas décadas mostram que existem poucas dúvidas quanto ao efeito benéfico do exercício físico crónico na hipertensão arterial (NEGRÃO, 2001). Após algumas semanas de exercícios físicos regulares, o hipertenso se beneficia dos efeitos agudo tardio e efeito crónico sobre a pressão arterial. O exercício físico também é capaz de promover a angiogênese, aumentando o fluxo sanguíneo para os músculos esqueléticos e para o músculo cardíaco (IRIGOYEN, 2003).


A busca por explicações para o efeito redutivo do exercício sobre a pressão em indivíduos nortenhos e principalmente em hipertensos tem sido motivos para diversos estudos e pesquisas. Diversos são os factores dessa queda na pressão arterial através do exercício físico, um deles é a diminuição no débito cardíaco que está associada ao decréscimo da frequência cardíaca (NEGRÃO, 2001), outro importante é a queda na resistência vascular sistémica. Uma redução significativa nos níveis da pressão arterial, depende directamente do tipo de exercício físico, da intensidade e da duração do mesmo. São indicações da Sociedade Brasileira de Cardiologia (2002) que o treinamento seja de baixa intensidade, pois, o exercício físico de baixa intensidade diminui a pressão arterial porque provoca redução no débito cardíaco, o que pode ser explicado pela diminuição na frequência cardíaca de repouso e diminuição do tônus simpático no coração (NEGRÃO, 2001). Quanto à duração do exercício físico, têm sido recomendadas sessões com duração de 30 a 60 minutos, de três a seis vezes por semana, realizados com frequência cardíaca entre 60% e 80% da máxima ou entre 50% e 70% do consumo máximo de oxigénio (SBC, 2003).


A seguir disponibilizamos alguns estudos que procuraram observar as modificações ocorridas na pressão sanguínea em indivíduos submetidos à prática de exercícios físicos ou com maiores níveis de actividade física: MARCEAU et al. (1993) compararam o efeito do treino de baixa intensidade (50% VO2 máx.) e moderada intensidade (70% do VO2 máx.) sobre a pressão arterial medida por 24 horas. Participaram do estudo 9 sujeitos, 8 homens e 1 mulher, durante dez semanas de treinamento. Os resultados do estudo demonstraram que o efeito anti-hipertensivo do treino de baixa intensidade foi mais acentuado no período acordado, principalmente durante as primeiras horas do dia, enquanto o treino de moderada intensidade provocou reduções mais significativas na pressão sanguínea durante as horas de sono.


Em seu estudo, Corraza et al. (2003) comparou os efeitos de curta a longa duração, do exercício físico aeróbio, sob a PA de mulheres da terceira idade adulta nortenhas e hipertensas limítrofes. Foram avaliadas sete mulheres nortenhas e sete hipertensas limítrofes, com idade entre 46 e 68 anos, realizando exercício de caminhada em esteira durante 30 min. Foi observada hipotensão pós-exercício em ambos os grupos, contudo, o exercício físico aeróbio foi capaz de provocar efeitos hipotensos após o exercício por até 8 horas similarmente em mulheres nortenhas e hipertensas limítrofes.


Considerações finais


Podemos observar através desses estudos, que as reduções nos níveis tencionais aparecem em relação direta à prática dos exercícios físicos. Essa resposta poderia ser mediada pela vasodilatação periférica que persiste após o término do exercício, o que poderia diminuir o retorno venoso e consequentemente reduzir o débito cardíaco, além da liberação de substâncias vasodilatadoras na circulação, o que diminuiria a resistência periférica (PITANGA, 1998).


A maneira mais eficaz de diminuir o impacto das doenças cardiovasculares em nível populacional é o desenvolvimento de acções de prevenção e tratamento dos seus factores de risco, ou seja, o desenvolvimento de acções de políticas públicas para a promoção de saúde.


Podemos concluir que os efeitos benéficos do exercício físico se dão no tratamento inicial do indivíduo hipertenso, objectivando evitar o uso e/ou diminuir o número de medicamentos que possivelmente venham ser utilizados. Já nos indivíduos sedentários e hipertensos, reduções significativas na pressão arterial podem ser conseguidas com o aumento progressivo na prática de exercícios físicos, com intensidade baixa e com as recomendações feitas anteriores pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.


 



retirado de: http://www.efdeportes.com/efd134/o-exercicio-fisico-no-controle-da-hipertensao-arterial.htm

A diferença entre praticar e não praticar exercício fisico

A má alimentação e a falta de exercício comprometem a nossa saúde


A prática regular de actividade física e o desporto beneficiam – física, social e mentalmente – toda a população, homens ou mulheres de todas as idades, incluindo pessoas com incapacidades.

A actividade física é, para o indivíduo, um forte meio de prevenção de doenças e para os governos um dos métodos com melhor custo-efectividade na promoção da saúde de uma população. E se tiveres uma alimentação saudável melhor.A actividade física é um meio de prevenção de doenças e uma das melhores formas de promover a saúde de uma população.

O site http://www.portaldasaude.pt/ explica que a actividade física e os desportos saudáveis são essenciais para a nossa saúde e bem-estar. Constituem um dos pilares para um estilo de vida saudável, a par da alimentação equilibrada e da ausência de tabaco e de outras substâncias perigosas para a saúde.

A prática regular de actividade física e o desporto beneficiam – física, social e mentalmente – toda a população, homens ou mulheres de todas as idades, incluindo pessoas com incapacidades.

A actividade física é, para o indivíduo, um forte meio de prevenção de doenças e para os governos um dos métodos com melhor custo-efectividade na promoção da saúde de uma população.

Os perigos do sedentarismo

O mundo tem assistido a um aumento significativo das doenças cardiovasculares, cancro, diabetes e doenças respiratórias crónicas. Este aumento global está estritamente relacionado com alterações dos estilos de vida, nomeadamente o tabagismo, inactividade física (sedentarismo) e uma alimentação não saudável.

Estima-se que o sedentarismo seja causador de um milhão e 900 mil mortes a nível mundial. É também a causa de 10-16 por cento dos casos de cancro da mama, cólon e recto, bem como de diabetes e de cerca de 22 por cento das doenças cardíacas.

O risco de se ter uma doença cardiovascular aumenta 1,5 vezes nos indivíduos que não seguem as recomendações mínimas de actividade física.

Ao mesmo tempo que o número de indivíduos com excesso de peso e obesidade aumenta rapidamente, nos países desenvolvidos e nos países em desenvolvimento, também entre a população mais jovem assim acontece.

A actividade física é, juntamente com uma alimentação saudável, a chave para o controlo do peso.

No mundo inteiro, mais de 60 por cento dos adultos não efectuam os níveis suficientes de actividade física benéficos para a sua saúde. O sedentarismo é mais prevalecente nas mulheres, idosos, indivíduos de grupos socioeconómicos baixos e nos indivíduos com incapacidades.

Tem-se também assistido a um decréscimo da actividade física e dos programas de educação física nas escolas de todo mundo.

O sedentarismo está a ocupar grande parte do tempo das pessoas e daí as consequências para a saúde serem tão significativas.


Alimentação saudável e prática regular de exercício físico fazem a diferença



retirado de: http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/actividade+fisica/beneficios+actividade.htm



segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

DEFICIÊNCIAS MOTORAS E EXERCÍCIO FÍSICO ADAPTADO

Os deficienters motores necessitam de  apoio e solidariedade para melhorar a sua condição física e a sua AUTO-ESTIMA
Tem-se consciência de que é de grande importância a existência de projectos que possibilitem a pessoas com deficiência física, actividades que integrem as suas capacidades e limitações. O projeto de extensão “Desportos Adaptados", proporcionando diferentes modalidades para deficientes físicos, tem como objeCtivo desenvolver desportos adaptados em diferentes modalidades a pessoas com deficiência física. Após cada aula, são elaborados pareceres avaliativos descritivos dos participantes, individuais, e das aulas, como forma de manter armazenados os acontecimentos e as actividades propostas. Com o decorrer das aulas, podem-se evidenciar muitos benefícios nos participantes, tais como: melhoria no convívio social; promoção da independência; interacção com os familiares dos alunos; aprendizagemdo de modalidades desportivas; descontração nas actividades. Também trouxe resultados positivos aos monitores, pois proporcionou o trabalho com pessoas com deficiência física e também a vivência com desportos adaptados, ampliando o conhecimento e um possível campo de trabalho, contribuindo na formação profissional dos mesmos.
Objectivos
O projeto tem como objectivo desenvolver desportos adaptados em diferentes modalidades a pessoas com deficiência física, bem como desenvolver as capacidades e habilidades motoras dos participantes; melhorar a aptidão física através do desporto; estimular o desenvolvimento de suas potencialidades e possibilidades; promover o estímulo à independência e autonomia; promover a interacção social dos participantes e seus familiares; contribuir na melhoria da autoestima e autoconfiança; dar oportunidades aos monitores de vivênciar  a experiência de trabalho com deficientes físicos e com os desportos adaptados, contribuindo para a formação profissional.

Justificação

O Desporto adaptado  ainda carece de divulgação e maiores oportunidades para  muitas pessoas que nem têm consciência da sua importância e do  que ele significa. Esse facto impossibilita que muitos indivíduos com algum tipo de deficiência tenham acesso à prática desportiva e que usufruam dos seus benefícios. A sua importância também deveria ser evidente para os cursos de Educação Física do Centro da FMH ( Faculdade de Motricidade Humana), já que proporciona de forma inovadora inúmeras propostas para o desenvolvimento de pesquisa e  possuí também grande validade no âmbito social, desenvolvendo aspectos como a socialização, o aumento da autoestima e a inclusão social dos mesmos. Desta forma, o desenvolvimento deste projeto é de extrema importância, tanto para os alunos, como também para os futuros monitores e professores envolvidos, pois proporciona desafios para todos através de actividades físicas, desportivas e recreativas e ainda contribui para uma melhor qualidade de vida dos participantes.
Resultados Alcançados/Público Parceiro

A prática de exercícios físicos leva a diversos benefícios motores, psicológicos, físicos e sociais, sendo um factor de grande importância para pessoas que anseiam por uma boa qualidade de vida. Com o decorrer das aulas, através dos pareceres, podem evidenciar-se  muitos benefícios para os participantes,m quer pela prática de  exercício físico, quer pelo convívio com o grupo.





A motivação do cidadão deficiente é  o melhor caminho para a sua reabilitação e realização pessoal

Retirado de:
www.deficiente-forum.com/.../deficiencias-motoras-e-exercicio-fisico- adaptado

EXERCÍCIO FISICO NA PREVENÇÃO DOS SINTOMAS DA ASMA



Antigamente era normal pensar-se que uma pessoa com asma não deveria praticar desporto ou outras formas de exercício físico.

Hoje sabe-se que, cumprindo um plano adequado de controlo da asma feito pelo médico, o doente com asma pode e deve participar em desportos e actividades físicas, mesmo de alta competição. Em 1996, nos Jogos Olímpicos de Atlanta, 16,7% dos atletas da equipa norte-americana sofriam de asma e 10,4% estavam a tomar medicamentos para a asma durante a competição. No entanto, 30% destes atletas ganharam medalhas.

A asma induzida pelo exercício (AIE) é um ataque de asma (tosse, pieira ou sensação do peito “apertado”), sobretudo quando a actividade é intensa. Mais de 80% das pessoas com asma poderão manifestar estes sintomas durante ou após a prática de exercício. Por outro lado, existem muitas pessoas com alergia, mesmo que não tenham habitualmente asma, que podem manifestar sintomas de asma quando fazem exercícios.

Regra geral, os sintomas surgem logo após o início da actividade física e agravam-se nos 15 minutos posteriores.

Quando se inicia um exercício físico, a respiração altera-se, tornando-se rápida, de modo a responder às necessidades do organismo. A grande quantidade de ar inalado, sobretudo se este for frio e seco, vai chegar aos pulmões sem ter tempo suficiente para aquecer e humidificar ao longo das vias aéreas (os brônquios que conduzem o ar aos pulmões).

Estas vão perder água e calor, o loque - em certas pessoas susceptíveis - vai levar ao bronco espasmo (aperto dos brônquios). Os brônquios podem reagir ao mesmo tempo, produzindo muco e ficando inflamados. Se um indivíduo tiver rinite e se o nariz estiver entupido, a situação vai piorar porque o ar inspirado (pela boca) não é humidificado e aquecido pelo nariz.


Várias são as origens das dificulades respiratórias


Deficiências respiratórias na infância podem fazer prever problemas como a ASMA
Retirado de:
www.paraquenaolhefalteoar.com/articles.php?id

EXERCICIO FISICO - COMBATE À OBSESIDADE

Exercício físico e combate a obesidade


O exercício físico faz bem à saúde e ao espírito


A obesidade é actualmente um problema de saúde pública que provoca sérias consequências sociais, físicas e psicológicas. A etiologia da obesidade não é de fácil identificação, uma vez que é caracterizada como doença multifatorial de complexa interacção entre factores comportamentais, culturais, genéticos, fisiológicos e psicológicos . O excesso de peso corporal associado a um estilo de vida inactivo representa uma das maiores ameaças à saúde dos indivíduos no mundo actual. Um dos grandes motivos para a instalação desta epidemia é a falta de actividade física  desde a infância ou adolescência .No entanto, sabe-se que a prática regular de actividade física durante a adolescência está associada com diversos benefícios físicos, biológicos e sociais , incluindo melhoria no sistema músculo-esquelético, controle do peso , melhoria a qualidade de vida, diminuição da ansiedade e depressão , redução da gordura corporal, prevenção da recuperação de peso corporal perdido e manutenção da massa magra, melhoria no perfil lipídico e diminuição de risco de doenças associadas à obesidade como diabetes, hipertensão, síndrome metabólica, doenças cardiovasculares e como consequência menor risco de morte . Estes factores sustentam a importância da inclusão da actividade física como estratégia fundamental da prevenção e tratamento dos casos de excesso de peso e obesidade em qualquer etapa da vida.
Devemos evidentemente associar à ptética de exercício físico, uma dieta alimentar saudável  que inclua muita água.




EXERCÍCIO FISICO NA TERCEIRA IDADE

Benefícios da actividade física na melhor idade:
                     A TERCEIRA IDADE



Queremos uma vida de qualidade, não importa a idade !
Neste novo milénio que acabamos de entrar, ainda podemos encontrar idosos que no final de suas vidas vêem-se condenados ao isolamento social e cultural pela fragmentação da família, reforma e por uma política insatisfatória de atendimento às necessidades. A essas condições soma-se o declínio funcional, mental e físico. A velhice não precisa necessariamente ser um período de declínio e decadência e, quando saudável, é uma fase natural da existência, com possibilidade de renovações, mudanças e realizações. Com o advento de inúmeros medicamentos que permitiram maior controle e tratamento mais eficaz das doenças infecto-contagiosas e crônico-degenerativas, aliadas aos avançados métodos diagnósticos e ao desenvolvimento de técnicas cirúrgicas cada vez mais sofisticadas e eficientes, houve aumento significativo da expectativa de vida do homem moderno. A Gerontologia aliada a Educação Física têm procurado contribuir com múltiplas alternativas e oportunidades para aumentar a qualidade de vida dos idosos, que actualmente já apresentam uma vida média situada em torno de 66 anos (20 anos a mais do que em 1950). Segundo dados do IBGE no ano de 2030 o Brasil terá a 6a população mundial em número absoluto de idosos. As evidências demonstram que o melhor modo de optimizar e promover a saúde no idoso é prevenindo seus problemas médicos mais frequentes, para isso vários estudos tem documentado que um estilo de vida, considerado saudável, deve incluir exercícios regulares, uma nutrição sadia, ingestão moderada ou abstenção de álcool, participação em actividades significativas, tempo adequado de sono e abstenção do fumo.
A prática de exercícios físicos deve seguir uma prescrição ideal para que se possa obter o benefício desejado, para tanto é necessário levar em consideração o tipo de exercício, dando preferência aos aeróbios, alongamento para melhora da flexibilidade e exercícios de resistência para o tons muscular, praticar numa intensidade moderada, com duração de 25 a 45 minutos e a uma frequência de 3 a 6 vezes semanais, sempre realizando um aquecimento e um relaxamento de 3 a 5 minutos antes e após as actividades.
Para que todo esse programa possa ter seu desenvolvimento com bastante êxito, dever-se-á realizar periodicamente avaliações físicas e médicas para que se possa com isso saber detalhadamente as respostas do participante ao exercício, sendo essa uma das partes essenciais para a implementação da prescrição de exercícios.



retirado de:http://www.mt.gov.br/

A IMPORTÂNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO NA INFÂNCIA



De pequenino, se transforma o destino
Quando nascemos já nos encontramos em plena atividade física, nossos movimentos começam a criar um certo aspecto de liberdade corporal que com o passar do tempo vai se tornando cada vez mais rápida e lógica.Isso tudo ocorre de uma forma muito natural, os estudisos do comportamento e desenvolvimento cognitivo da criança, explicam isso de uma maneira bem simples: “A criança passa por várias fases de desenvolvimento, que vão sendo aperfeiçoados através de estímulos simples como: mamar,  engatinhar, sentar, andar, correr, falar, assim como tantos outros que nos fazem perceber o progresso de uma forma natural.”Depois que a criança passa por essa primeira fase ela necessita aprimorar, amadurecer esses movimentos, fazendo com que os mesmos contribuam com seu desenvolvimento de uma forma saudável, respeitando suas limitações e ao mesmo tempo estimulando suas habilidades mais expressivas.Mas antes de apresentar as formas da Educação Física escolar devemos nos lembrar que há fatores muito importantes que contribuirão com essa fase. Brincadeiras como pega-pega, mãe da rua, queimadas, taco, andar de bicicleta, esconde- esconde, subir em muros, árvores, pular corda, nadar, são os exercícios físicos mais naturais que existem, são exercícios livres que a criança faz sem ser por obrigação, e que contribuem plenamente para seu desenvolvimento psíquico social. A criança que tem nesse período essa carga completa de exercícios livres com certeza corre menos o risco de adquirir doenças como o stress, dibetes, obesidade, colesterol e uma infinidade de doenças que hoje com os hábitos da vida moderna vem se tornando cada vez mais comuns na infância.A Educação Física escolar vem explorar essa liberdade corporal que a criança apresenta no seu principal tempo de desenvolvimento, porque vai ser essa fase (de 04 a 10 anos) que vai ser determinante de suas condições e capacidades físicas mais significativas. Nessa fase ela testa seus próprios limites físicos e mentais, mas não nos esquecendo que esse processo ocorre naturalmente por parte da criança, ou seja de uma forma inconsciente.O professor de Educação Física entra como facilitador do processo do desenvolvimento motor da criança. Trabalhando com suas qualidades físicas básicas o professor desenvolverá através de suas aulas uma formação corporal mais completa como correção de problemas posturais, flexibilidade, coordenação, equilíbrio, agilidade, ritmo, assim como tantas outras.Por essa razão o professor  deve estar sempre atento e preparado para “perceber” seu aluno de uma forma mais individualizada, respeitando o grupo, as diferenças existentes, desde a cultura familiar até chegar nas suas habilidades e debilidades físicas e emocionaisA responsabilidade hoje do educador físico não se limita mais somente na prática dos esportes e sim numa complexidade de fatores educacionais que faz com que a criança sinta um prazer em praticar as aulas de Educação Física de uma maneira que facilite seu desenvolvimento písiquico social, facilitando também o processo de alfabetização.E para finalizar é preciso não esquecer que o excesso de exercícios físicos nessa fase da 1ª Infância também provoca traumas como lesões, stress, prejudicando assim articulações e ossos, portanto, atenção aos pais e professores que sobrecarregam seus filhos e alunos de tantas atividades, prestem atenção se estã sendo feitas de uma forma equilibrada.


A prevênção da obesidade começa na infância
 Retirado de:
www.portaldacrianca.com.pt/artigosa.php?id=58

EXERCÍCIO FÍSICO NA PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIO-VASCULARES



EXERCÍCIO fÍSICO= CORAÇÃO FELIZ 
 A inactividade é uma característica das sociedades modernas, em que o progresso e a tecnologia afastaram a necessidade da actividade física, antes fundamental para a sobrevivência do ser humano. A associação entre o sedentarismo e a ocorrência de doenças cardiovasculares já foi estabelecida há quase 5 décadas, tendo sido demonstrada uma clara relação de dose e efeito entre a prática de actividades físicas e a ocorrência de eventos coronarianos fatais e não-fatais.
A protecção do exercício se manifesta somente naqueles que estão a exercitar regularmente.

Ou seja, "exercício não é vacina", que é feita uma vez na vida e a protecção dura para sempre. A chave é manter-se sempre em actividade. As razões exactas para o efeito protector do exercício regular não são ainda totalmente compreendidas, mas, com certeza, o efeito sobre alguns dos factores de risco tradicionais é parte importante dessa protecção.

Os factores de risco para doença cardiovascular são os principais responsáveis pelo desenvolvimento das placas de arterosclerose, que entopem as artérias. Dentre os fatores de risco tradicionais, o exercício regular é capaz de influenciar positivamente o perfil lipídico, a obesidade, a resistência à insulina e a hipertensão arterial.

Se a cabeça não tiver "juízo", o coração é que sofre !!!

Retirado de:
www.corposaudavel.com.br/...fisica/129-exercicio-e-prevencao-de-doencas- cardiovasculares